09 9 / 2011

Só.

Tenho TANTA vontade de realmente fazer o que sinto vontade. Dizer que amo, chorar, pedir um abraço ou um colo… ser sentimental de verdade. Sem essas bobeirinhas de criança. Meu amor, minhas lágrimas, meu abraço ou colo não são de criança. Não mais. Ficou sério. Crescemos, os três… eu, ela e meus sentimentos. Eu, sinceramente, não sei onde isso tudo vai dar. Fecho os olhos e rezo pra tentar fazer com que dure o suficiente, que dure… só.

04 8 / 2011

E eu ali,

Depois de meses, quase um ano, eu volto pro mundinho do Tumblr com o coração mais apertado do que eu achei que ficaria em tão pouco tempo. Quase 9 meses de amor (in)condicional e (in)tenso, conhecendo pessoas maravilhosas, quilômetros e mais quilômetros rodados, e eu aqui. Sem muita coisa pra dizer. Depois de todo esse tempo sinto como se eu estivesse morrendo na praia.

Uma semana antes do nosso penúltimo encontro eu li a seguinte mensagem: “O que era divertido no início, agora só me traz preocupações”. Ela me mandou num SMS, e disse que não se referia a mim. Mas como não? Porque me mandaria aquilo então? Só pra magoar…?

Eu amei com todo o meu coração não só a ela, mas também todos à nossa volta. Todo aquele cenário estava ali por causa dela… nada seria igual se ela não estivesse ali, afinal eu também não estaria ali. E ao mesmo tempo que ela me deu com uma mão, tirou com a outra. Disse que amava, disse que queria presença, disse que confiava. E parou de dizer. Parou de se importar, de fazer questão. E eu ali, me afogando no meio daquela calmaria.